Um exemplo real: a 1 de novembro de 2026, os 10 primeiros resultados do Google em Portugal para "Emanuel Luís" eram perfis sociais de outras pessoas, e uma IA com pesquisa na web respondeu que havia várias pessoas com o nome. O autor deste guia não aparecia em nenhum dos dois.
Porque acontece
O Google ordena páginas, não pessoas. Para um nome partilhado por muitos, vencem as páginas com mais sinais, quase sempre redes sociais. As IAs fazem o mesmo com as fontes que encontram e, sem uma fonte que desfaça a ambiguidade, respondem que não sabem ou misturam pessoas.
Crie uma fonte que diga quem é
É o passo com mais efeito. Uma página num site que controla, dedicada a si, que um motor de pesquisa possa usar como referência.
- O nome que usa em público como título principal, e as variações (nome completo, nome com apelidos) indicadas no texto.
- Uma frase de identificação no topo: profissão, localidade e o que faz.
- Fotografia, ficha com dados públicos e ligações para os perfis que mantém.
- Dados estruturados ProfilePage com a pessoa, nomes alternativos e ligações sameAs.
A página de Emanuel Luís neste site é um exemplo do formato.
Alinhe os perfis
Cada perfil que mantém deve usar a mesma forma do nome, a mesma fotografia e a mesma descrição curta, e ligar para a página principal. Perfis antigos com outro nome, outra fotografia ou outra profissão confundem mais do que ajudam: atualize-os ou feche-os.
Meça as pesquisas certas
Com um nome muito comum, ficar em primeiro só com o nome pode não ser realista. O que conta é a pesquisa que um cliente faz.
- Nome mais profissão ("[nome] arquiteta").
- Nome mais cidade ("[nome] Ponta Delgada").
- Nome mais empresa ou produto.
- A pergunta "quem é [nome]?" num assistente de IA com pesquisa.